O estado das obras: 5 de março de 2021, 13.32.

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É certo que isto não faz parte da história. Mas vai fazer e é desde já.

2 thoughts on “O estado das obras: 5 de março de 2021, 13.32.”

  1. Seria interessante preservarmos as pinturas murais.
    Restaurá-las-íamos depois das obras…
    Algumas ficaram recortadas, mas mais vale preservá-las enquanto fragmentos (todos ou alguns) do que perde-las.
    Fiquei magoado — não fui o único — com a destruição da pintura mural da parede nascente do bloco principal.
    Uma pintura feia, sem dúvida, com significados e valores controversos — também —, mas foi um trabalho escolar de alunos (cf. anexo)…
    Pior já houve e ainda está por aí.
    Como era essa pintura?
    Já lá não está.
    Estas ainda poderão ficar por lá, para contarem histórias e fazer História, nos tempos que, agora, quisermos que sejam futuro.

    Ainda por cima, foi um mural realizado para o centenário do nascimento do patrono…
    A Maria João Leite, arquitecta da câmara e responsável pelo projeto das novas oficinas, estava na turma envolvida nessa pintura mural.
    Que outro significado teria o projeto das novas oficinas, se esta obra de Arquitetura (de uma nossa antiga aluna) convivesse na paisagem da escola com esse mural perdido, no qual também essa antiga aluna participou?
    Construímos o futuro?
    Façamo-lo, então, em cima daquilo que é intemporal.
    Quem — agora arquitetos, pintores, designers… ou ainda professores — foram os autores das pinturas que ainda dormem com as obras?

    Espero que os argumentos peguem.
    A Arquiteta — tão nossa que é — certamente não se oporá.

    Se não há qualquer intenção de apagar as pinturas, então, calo o reparo e deixo as histórias.

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